Emagrecer com saúde e sem remédio – melhores dicas


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Como emagrecer com saúde e sem remédio

Mulheres e suas Barrigas

Perder a barriga pode parecer uma tarefa difícil, mas se você já passou por alguma situação como quando encontra alguém na rua que não via há muito tempo e essa pessoa pergunta se você está grávida e você não está, provavelmente irá buscar maneiras de emagrecer e nunca mais ter que ouvir isso novamente. Pois é, isso já aconteceu comigo e posso lhe garantir que não é nada agradável ouvir isso de quem quer que seja.  A obesidade é tida nos dias de hoje, como um dos maiores problemas de saúde pública, sendo considerada uma epidemia. 

Como emagrecer com saúde e sem remédio

 Barriga é um agregado

Fazendo uma analogia, a barriga é como um agregado que você sabe quando vai chegar mas nunca sabe quando vai embora. No processo de emagrecimento ela é a última a nos deixar, perdemos medidas, nos sentimos melhor na saúde, mas ela insiste em permanecer ali.  Indivíduos com excesso de gordura na parte superior do corpo (cavidade intra-abdominal) estão mais propensos a adquirir hipertensão, diabetes tipo 2 e outras complicações do que aqueles indivíduos com a mesma quantidade de gordura encontrada na parte inferior do corpo.

Preconceito e Discriminação

A obesidade é vista como um problema de saúde pública e devido aos seus elevados índices, essa questão social instiga o preconceito e a discriminação.

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Segundo Goffman (1982), o indivíduo obeso apresenta sofrimento psicológico decorrente dos problemas relacionados ao preconceito social, estigma e discriminação. Define como estigmatizado o indivíduo que poderia ter sido recebido facilmente na relação social cotidiana, se não possuísse um traço que o afasta, destruindo a possibilidade de atenção para outros atributos seus. O estigma é um julgamento sobre o outro (obeso), o diferente, o que está fora dos padrões sociais. Isto se constitui como uma marca que “mancha” a identidade dos indivíduos a ponto de sentirem-se desqualificados, sem qualquer valor social. Sentem vergonha, indignidade e culpa, sentimentos que influenciam no comportamento alimentar.

Estudos apontam que as pessoas de baixa renda tem seis vezes mais mais pré-disposição a obesidade do que aquelas com poder aquisitivo maior, cerca de 10% -30% de indivíduos obesos que procuram tratamentos para emagrecer sofrem de compulsão alimentar onde consomem grandes quantidades de alimentos em um curto período de tempo. As mulheres estão mais propensas à depressão, ansiedade e compulsão alimentar que pode ser associada a imagem negativa do corpo.

“O corpo gordo é definido quase sempre como anormal em uma cultura contemporânea que institui o modelo de corpo magro”  para a imagem ideal. A idéia de ‘indivíduo normal’ está construída a partir de médias da espécie humana e do imaginário social, determinado pelo contexto social, em que a cultura vigente atribui como normalidade o modelo idealizado biossocial e cultural com medidas antropométricas pré-determinadas: quer seja a curvatura da cintura, a altura em relação ao peso.” (FREITAS, MCS., FONTES, GAV., and OLIVEIRA, N. 2008, p; 178)

A gordura corporal é medida pelo Índice de Massa Corporal (IMC) que é calculado pelo peso em quilogramas dividido pela altura em metros ao quadrado. 

Atualmente, grande parte das mulheres trabalham fora e cuidam do lar ao mesmo tempo, não sobrando espaço para cuidar de si mesma. Aliada a falta de tempo está a alimentação fast food, repleta de gorduras e calorias, um ambiente tóxico de estilo de vida sedentário e a publicidade das indústrias alimentícias invadindo todas as mídias, contribuindo com o sobrepeso da população mundial.

Obesidade no Brasil

De acordo com o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), o Brasil é o sexto País do mundo com incidência de obesos, chegando a casa de mais de um milhão de pessoas acometidas dessa doença. No Brasil, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), publicou em agosto de 2010, os dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF 2008–09), indicando que o peso dos brasileiros vem aumentando nos últimos anos. O excesso de peso em homens adultos saltou de 18,5% para 50,1% — ou seja, metade dos homens adultos já estava acima do peso — e ultrapassou, em 2008–09, o excesso em mulheres, que foi de 28,7% passou para 48%.

No início de fevereiro de 2013, foram divulgados os dados obtidos de um levantamento realizado pelo Programa Meu Prato Saudável, coordenado pelo Instituto do Coração (Incor), do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, no Município de São Paulo, apontando que 66,3% dos entrevistados estão acima do peso: 28,9% estão obesos — sendo 19% com obesidade grau 1 (forma mais leve), 7,2% com grau 2, e 2,7% com o grau 3, conhecido como obesidade mórbida — e 37,4% com sobrepeso.

Emagrecer com saúde e sem remédio

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